quarta-feira, outubro 01, 2008

Regionalização faz clivagens no PSD


Regionalização: um «não» do PSD seria «traição»

Líder da distrital do Porto do PSD lança aviso à direcção nacional do partido

O líder da distrital do Porto do PSD avisou esta terça-feira a direcção nacional do partido que uma decisão sua contra a implementação da regionalização seria «uma traição aos valores tradicionais e ao eleitorado» social-democratas, noticia a Lusa.

«Uma opção do PSD no sentido de não ser favorável à regionalização seria uma decisão contranatura sob o ponto de vista da sua génese política. Esta direcção nacional pagará muito caro uma atitude centralista desse tipo, que seria uma traição aos seus valores tradicionais e ao seu eleitorado», afirmou, à Lusa, Marco António Costa.

Regionalização: PS pressiona PSD?

O dirigente social-democrata recordou que o PSD «é o partido das autonomias regionais, pelo que não se percebe que não tenha a mesma posição quando se trata de defender, no Continente, a criação das regiões administrativas».

«O problema da regionalização é uma responsabilidade política e ética do PSD perante o seu eleitorado, dado ser conhecido que o partido conta com maior fidelidade e lealdade eleitoral fora da Área Metropolitana de Lisboa e Vale do Tejo», frisou.

A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, tem-se manifestado contra a regionalização, o que levou segunda-feira à noite Marcelo Rebelo de Sousa a afirmar à Lusa que com a actual liderança do partido não será possível «dar qualquer passo no sentido da regionalização».

Questionado pela Lusa sobre a declaração de Vital Moreira, segundo a qual a regionalização nunca será possível sem o PSD, Marcelo Rebelo de Sousa admitiu que «o PS sozinho não a consegue fazer».

3 Opiniões

At quarta out 01, 12:42:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Caros Regionalistas,
Caros Centralistas,
Caros Municipalistas,

Os sistemas políticos democráticos têm geralmente o seu suporte em acordos de regime celebrados entre as maiores e mais votadas formações partidárias existentes em cada sistema. A não existência desses acordos não significa democracia política madura ou plena, mas traduz uma total insensibilidade dos seus dirigentes para uma maior atenção em relação, não é aos problemas políticos em si, mas aos grandes desígnios políticos e nacionais a prosseguir.
Tais desígnios políticos s prosseguir, já amplamente aqui referidos, não podem ser outros que não o DESENVOLVIMENTO, onde o crescimento tem o seu lugar a par de aperfeiçoamentos nas restantes vertentes políticas, desde a educação até à ecologia e ao nível de vida das populações.
As diatribes entre partidos, onde cada um quer revelar-se o melhor pela diferença (ou semelhança) ao tentar destruir o que fez o que lhe antecedeu no poder - atitude política estúpida e irresponsável, ou no interior de cada partido, acerca da não unanimidade de posições a favor da regionalização, até seriam de louvar e de incentivar se não redundassem sempre num falhanço político total, isto é, na inviabilidade de acordo na concepção de projectos políticos de grande envergadura e importância política para o desenvolvimento (não incluo aqui nem o NAdL nem o TGV, porque são apenas projectos de investimento e não intrinsecamente políticos).
É nestas circunstâncias que a magistratura exercida pela Presidência da República deve (tem de) intervir e alertar as formações partidárias para a importância nacional de um entendimento político necessário, dado que o que está em causa é o futuro político de uma NAÇÃO, o qual nunca poderá estar condicionado por protagonistas que não são capazes de sublimar o interesse inferior de formações partidária ou pessoais por outro interesse político superior e identificado com os altos desígnios nacionais e permanentes.
Por isso, é com alguma estupefacção que se assiste a este triste espectáculo de desnobilização ou de desprestigio permanente de projectos políticos que, mesmo com cobertura e incentivo constitucional, são achincalhados publicamente por discordâncias merecedoras de reserva de divulgação para não cairem na lama da vulgaridade e da desconfiança política das populações. Não é com comportamentos deste tipo que se ganham iniciativas referendárias pró-regionalização.

Sem mais nem menos.

Anónimo pró-7RA. (sempre com ponto final)

 
At quarta out 01, 02:21:00 da tarde, Anonymous José Castro (Boticas) said...

Aqui trancrevo o um coméntario escrito pelo Anónimo pró-7RA no blog a bussola no qual usa o nick "Salboerro"


"Caro Anónimo,

Seria melhor, em vez de escrever sob anonimato, dizer isso mesmo ao Senhor Pinto da Costa, assim directamente, cara a cara. Ou dizes.
Só tenho muita pena que o meu clube seja frequentado por miseráveis lingrinhas que nem sequer escrever sabem nem representar as ideias por escrito.
Agora, como não têm "tema" querem virar-se para mim, a propósito do "mais que superior"; que verdadeiros "cromos" se mostraram até agora, pensando até que era adepto do FCP. Cairam na esparrela como crianças. Lembrem-se que ainda aqui está sol quando na mouraria já é noite escura; dá para perceberem?
-Oh! meninos, tenham juízo nessa caixa dos pirolitos. Virem-se para outro ladoque daqui não têm mais resposta. Era o que faltava, perder tempo e dinheiro (nem sequer querem comprar os meus canudos por 100.000€; são uns verdadeiros pelintras, para além de lingrinhas; coitadinhos).
Com os meus salburros cumprimentos aos lingro-pelintro-burros.
Salboerro (será?)"

Por aqui se podem ver os intuitos desse individuo.
Alusões ao sul do país como sendo a "mouraria" demonstram a sua xenofobia.
Façam o vosso juízo a respeito deste senhor, que é representativo dos demais que tanto apregoam a regionalização.

 
At terça out 14, 05:28:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Aqui está um "chibo" no blogue; até parece que a PIDE ainda não acabou.

 

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