quinta-feira, outubro 01, 2009

BOLETIM "NORTE CONJUNTURA"

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) publicou o boletim "NORTE CONJUNTURA" relativo ao 2º trimestre de 2009, tendo por base os dados estatísticos disponíveis até 15 de Setembro de 2009. O boletim encontra-se disponível em www.ccdr-n.pt/norteconjuntura.

Nesta edição são destaques as exportações da Região do Norte para a União Europeia, que se “mantiveram em queda no 2º trimestre, embora com alguns ténues sinais de recuperação, particularmente em produtos como a borracha e a cortiça”; os principais indicadores de actividade nas indústrias tradicionais do Norte, que apresentaram, no 2º trimestre, a nível nacional, “variações negativas menos acentuadas do que no trimestre anterior, com excepção dos indicadores de utilização de mão-de-obra, que na indústria têxtil e do vestuário se agravaram”; o agravamento do “incumprimento por parte das empresas da Região do Norte, no que se refere aos seus compromissos no âmbito do crédito bancário”; e o mercado de trabalho, em que “a taxa de desemprego da Região do Norte voltou a agravar-se, atingindo 10,5% no 2º trimestre.

Já o que respeita ao QREN na Região do Norte, o boletim NORTE CONJUNTURA refere que "a execução voltou a acelerar durante o 2º trimestre, estando, à data de 30 de Junho, já aprovados projectos que totalizavam 4572,3 milhões de euros de investimento, o que representa mais 22,6% do que o aprovado até final do 1º trimestre”.

|CCDR-N e Porto|

6 Opiniões

At sexta out 02, 01:19:00 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Caros Regionalistas,
Caros Centralistas,
Caros Municipalistas,

Trata-se da "lista de espera do desenvolvimento".
Continuam a ser os mesmos os que fazem parte desta lista, isto é, os que têm vindo a ver o desenvolvimento por um canudo. Estes mesmos são, nem mais nem menos, que a grande maioria da população.
Pelo caminho, alguns já arranjaram maneira para sair desta lista e outros (em muito menor número) nunca dela fizeram parte e nem sequer têm a mínima pretensão de dela ser parte integrante.
Todos os que não fazem parte desta "lista de espera" não só manifestam o desejo (que não é só político) de nunca a integrar como até impedem que alguns outros, com capacidade objectiva para saltar fora, deixem de fazer parte dessa mesma lista.

Sem mais nem menos.

Anónimo pró-7RA. (sempre com ponto final)

PS - Não pensem que não tenho experiência de lista de espera. Tenho e de longa data, até ter conseguido eliminá-la, mas custou bastante.

 
At sexta out 02, 02:40:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

A história mal contada de uma “testemunha normal”

«Maria José Morgado garantiu, ontem, quarta-feira, que Carolina Salgado foi tratada como uma "testemunha normal" no Apito Dourado e revelou-se ofendida com a acusação de que a equipa especial de investigação por si liderada manipulou depoimentos.

Em causa estão declarações prestadas pela irmã gémea de Carolina ao Ministério Público do Porto, em Junho de 2007, aludindo a alegadas "cumplicidades" entre elementos da equipa especial de investigação do Apito Dourado e a ex-companheira de Pinto da Costa. Ana Salgado alegara que Maria José Morgado, na altura coordenadora da referida equipa, telefonava a Carolina para informá-la sempre que era deduzida uma acusação e para "dar-lhe força para continuar". E que o inspector da PJ Sérgio Bagulho, integrante da mesma unidade, teria "treinado" aquela testemunha.

Ontem, no início do julgamento de Ana Salgado - que responde por dois crimes de difamação agravada - a procuradora-geral adjunta rejeitou todas as insinuações, sublinhando que foi posta em causa a sua "honra profissional", bem como a de toda a equipa que liderou. "Nunca telefonei a Carolina Salgado", frisou a magistrada, revelando que o único contacto entre as duas, além do que tinha havido na sede da equipa especial, na primeira inquirição, foi estabelecido por iniciativa da ex-companheira de Pinto da Costa e nada teve a ver com os processos.

"Telefonou-me por razões humanitárias. Disse estar desesperada, com medo de ficar de repente na rua, sem casa, nem bens. Na altura, falei-lhe à pressa, porque estava a caminho da piscina. Disse-lhe para ter calma, que se houvesse algum processo cível ela poderia contestar. Só falei com ela por consideração ao Sérgio Bagulho (a quem Carolina tinha levantado a questão)", afirmou Morgado. Em causa estariam partilhas após a separação de Carolina e do presidente do F.C. Porto.

Quanto à acusação de manipulação de depoimentos, a magistrada afirmou que "não tem cabimento", lembrando que as declarações daquela testemunha, na reabertura dos processos, coincidiram com as que já tinha prestado em ocasiões anteriores.

Questionada sobre o facto de Carolina ter sido inquirida muitas vezes na própria residência, Morgado explicou que tal se deveu à necessidade de "evitar o circo mediático e fugas de informação", lembrando, também, que Carolina recebia protecção policial, por ter sido vítima de ameaças e alegadas perseguições.»
in JN, 01/10/2009


Mesmo fazendo um esforço para acreditar na versão de Maria José Morgado (MJM), as suas declarações suscitam-me um conjunto de interrogações.

É habitual uma "testemunha normal" ter acesso ao número de telemóvel da procuradora-geral adjunta?

É habitual os inspectores da PJ meterem “cunhas” para que a procuradora-geral adjunta atenda telefonemas de "testemunhas normais", ou este caso foi uma excepção aberta por MJM por o inspector da PJ ser o senhor Sérgio Bagulho e a testemunha ser a dona Carolina?

É habitual que inspectores da PJ e a procuradora-geral adjunta se preocupem com problemas pessoais das "testemunhas normais" que, segundo a própria MJM, nada tinham a ver com os processos?

É habitual o Ministério Público inquirir as "testemunhas normais", ou arguidos, na sua própria residência, para "evitar o circo mediático”? Foi isso que aconteceu, por exemplo, com Valentim Loureiro, Carlos Cruz, Paulo Pedroso ou Oliveira e Costa?

Evidentemente, está por nascer o jornalista português com coragem para fazer estas perguntas à toda poderosa procuradora-geral adjunta e suspeito que mesmo que fossem feitas ficariam sem resposta.
Do reflexão portista

 
At sexta out 02, 02:41:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Diferendo com a Euroárea
Câmara de Lisboa salva Benfica
Por Graça Rosendo

A Câmara Municipal de Lisboa aprovou o projecto do Benfica para a Urbanização Sul, na zona do Estádio da Luz, que tinha estado na origem de um dos diferendos do clube com a Euroárea, avança a edição do SOL desta sexta-feira


Com esta decisão, caem por terra os argumentos invocados por esta empresa para executar o clube judicialmente por causa de uma dívida no valor de 2,5 milhões de euros. A Euroárea comunicara ao Benfica, em Julho, que ia executar a letra por não terem sido cumpridos os prazos do acordo estabelecido com o clube para pagar essa dívida. Nesse acordo, estava incluído o compromisso de o Benfica conseguir da CML um aumento da capacidade construtiva na referida Urbanização Sul.

O clube levou a proposta à Câmara em Junho, que a chumbou. Mas no dia 31 de Julho, na última sessão antes de férias, e na sequência de uma reclamação do Benfica, a proposta foi de novo sujeita a votação e acabou por ser aprovada – com os votos favoráveis de todos os vereadores socialistas e dos independentes eleitos na lista de Carmona Rodrigues.

"Sol"

 
At sexta out 02, 04:11:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

02 Outubro 2009 - 00h30

Autarquia: Para fazer face aos encargos foi obtido crédito no Grupo BPN

Acordo com clubes asfixia EPUL

Os compromissos da EPUL com o Benfica e o Sporting, resultantes do acordo da Câmara de Lisboa com aqueles clubes durante a presidência de Santana Lopes, “colocaram aquela empresa sob grande pressão de necessidades financeiras”, revela um documento assinado pelo então vereador Fontão de Carvalho. Com esses compromissos, a EPUL, que já tinha uma dívida bancária de 60 milhões de euros em 2003, ficou a necessitar de liquidez para encargos “com o Benfica e Sporting nos valores aproximados de 50 milhões de euros e 10 milhões de euros, respectivamente, e de satisfação a curto prazo”, diz carta de Sequeira Braga, ex-líder da EPUL, à vereadora Maria Teresa Maury.

Fique a saber todos os pormenores na edição de sexta-feira do jornal 'Correio da Manhã'.

 
At domingo out 04, 02:32:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Caros Regionalistas,
Cars Centralistas,
Caros Municipalistas,

Teremos todos de fazer um pequeno (grande) esforço para não se cair no comentário-chafurdice, incluindo ou não o "desporto", ostensivamente contrário ao tema da reginalização.

Sem mais nem menos.

Anónimo pró-7RA. (sempre com ponto final)

 
At segunda out 05, 04:46:00 da tarde, Blogger manuel amaro said...

Pois... A regionalização qualquer regionalização, ou não-regionalização, será sempre feita, ou não-feita, com a as Câmaras Municipais de Lisboa, Porto, Felgueiras e outras. Bem como com António Costa, Rui Rio, Fátima Felgueiras e outros... Municipalismo e futebol são células gémeas... e o regionalismo será filho ou neto desdes "entes"...

 

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