domingo, janeiro 31, 2010

Trás-os-Montes unido


O presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes, Fernando Campos, definiu como um dos principais propósitos conseguir unir as duas comunidades intermunicipais transmontanas: a de Trás-os-Montes e a do Douro.

in Repórter do Marão

5 Opiniões

At domingo jan 31, 11:15:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Caros Regionalistas,
Caros Centralistas,
Caros Municipalistas,

Com a instituição das Comunidades Intermunicipais, lá conseguiram dividir o que já estava unido há muito tempo e constituia (constitui) uma unidade regional importante sob todos os pontos de vista úteis ao exercício pleno da política regional e nacional.
Por fim, o presidente de tal Comunidade Intermunicipal terá de desenvolver (evitavelmente) todos os esforços (desperdício) para unir o que nunca deveria ter sido unido, fosse por que critério fosse.

Sem mais nem menos.

Anónimo pró-7RA. (sempre com ponto final)

 
At domingo jan 31, 11:41:00 da tarde, Anonymous Paulo Rocha said...

Já está decidido, se a regionalização vir a luz do dia, arrancará com o modelo das 5 regiões correspondente aos actuais limites geográficos das CCDRs. Qualquer outro modelo, nesta fase e pelas suas implicações, só serviria para atrasar o processo.

 
At terça fev 02, 12:57:00 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Caro Pailo Rocha,

Atrasar o procersso! Mas qual processo? Então considera o administrativismo um processo político de regionalização? Se as empresas de "rating" souberem disso, vão pensar que lhes estão a aldrabar quanto ao "processo" e carregam ainda mais nos juros.
Pelo caminho que antevejo, o nosso Governo vai ser o primeiro de um País europeu a ser demitido, não pelo Parlamento, mas pelas tais empresas de "rating".

Sem mais nem menos.

Anónimo pró-7RA. (sempre com ponto final)

 
At terça fev 02, 05:38:00 da manhã, Anonymous Paulo Rocha said...

Claro que considero a Regionalização Administrativa uma fase do processo da Regionalização.

É, perfeitamente, romântico pensar-se que a regionalização poderia, logo, começar com a instituição de regiões autónomas no continente.

A ser assim, isto obrigaria, entre outras coisas, a uma revisão constitucional que, no actual parlamento, não tinha quaisquer condições de colher os 2/3 dos votos necessários.

 
At quarta fev 03, 01:42:00 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Caro Paulo Rocha,

Não é romantismo, infelizmente para é necessidade, face ao grande atraso com que irá ser implementada; em termos de regionalização, o administrativismo é mais um remendo do que um processo político, traduz aquilo em que os portugueses são exímios especialistas: a prestação dos serviços mínimos.
E quanto a isto, tenho alguma dificuldade em verificar falta de ambição em pessoas que teriam a obrigação não só de a mostrar como de a realizar na prática e quase me convenço que, não a tendo, só pode ser justificado por comodismo (com esta solução bem me defendo, o resto que se trame) ou por desconhecimento (então aqui, cá estamos para defender o tal processo político: a regionalziação autonómica).
Quanto à revião constitucional, não constitui um obstáculo político se as forças partidárias tiverem visão estratégica e se convencerem que as soluções políticas de maior durabilidade e profundidade só podem ter por base uma convergência de soluções, em que todos terão de ceder alguma coisa para se obter uma solução eficaz, alargada do ponto de vista social e orientada para o desenvolvimento. A regionalização administrativa nunca servirá estes objectivos supraindividuais e vai constituir outro e mais grave fracasso político, tal como o tem sido toda a política de desenvolvimento e de convergência real implementada até hoje, para nossa permanente desgraça.
Antes fosse romantismo, o problema da regionalização, intimando-me a ouvir permanentemente as deliciosas e calmantes obras de Brahms como fonte inspiradora, mas é mais necessidade e de ruptura que nunca em que não há para já nenhuma partitura inspiradora.

Sem mais nem menos.

Anónimo pró-7RA. (sempre com ponto final)

 

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