segunda-feira, março 25, 2013

Junta Metropolitana do Porto pretende do Governo nomeação rápida do presidente da CCDR-N

Fundos do QREN 2014-2020 vão ser geridos a nível central !?

A Junta Metropolitana do Porto exige ao Governo a rápida nomeação do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), decorrente do falecimento recente do antigo detentor do cargo, Duarte Vieira. Uma nomeação que assume um carácter ainda mais urgente pela possibilidade, não confirmada, de os programas operacionais regionais, decorrentes das candidaturas ao próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) para 2014-2020, poder passar a ser geridos a nível central.

"Se for verdade" que "os programas operacionais regionais (2014-2020) passarão a ser geridos a partir de Lisboa e não a partir daqui, mais urgente se torna a nomeação de alguém no sentido de ser defendido o interesse da região e se evitar que se cometa essa atrocidade de um centralismo ainda mais reforçado do que aquilo que tem vindo a ser ao longo dos anos", explicou Rui Rio.

Os autarcas que integram aquele organismo intermunicipal consideram ainda que é "completamente desadequado" escolher a personalidade para aquele cargo através de concurso público. "É uma desresponsabilização e é não ter noção nenhuma daquilo que se está a fazer", disse o presidente da Junta.

Rui Rio, em nome da posição unânime da JMP, afirma também não aceitar que "o Governo se desresponsabilize da escolha e vá agarrar um processo burocrático e desresponsabilizador", referindo-se ao possível concurso público para o cargo.

"O Governo tem de nomear alguém, tem de nomear rapidamente, tem de assumir a responsabilidade de quem nomeia e essa pessoa, por sua vez, tem de exercer o cargo com competência técnica, mas também com a vertente política que o cargo tem", dando como exemplos antigos responsáveis pelo cargo, como Valente de Oliveira, Braga da Cruz, Silva Peneda ou Arlindo Cunha, entre outros.
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@JMP

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1 Opiniões

At terça mar 26, 07:25:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

E continua o circo.

Lisboa puxa para si mais poder e o Porto começa logo a querer ter algum para ele.

O resto fica a empobrecer.

 

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