terça-feira, agosto 20, 2013

PORTO ... DEFINITIVAMENTE NA MODA !


PORTO “É CAPITAL PORTUGUESA DA ARQUITETURA”, DIZ REVISTA ALEMÃ

A revista alemã Häuser dedicou um artigo de oito páginas à cidade do Porto, elegendo-a como o melhor destino para férias na sua última edição. A rubrica "Viagem" caracteriza a cidade do norte como a capital portuguesa da arquitetura, onde o estilo moderno coabita com o estilo barroco.

A publicação de Abril/Maio é ilustrada com imagens do Porto, da autoria do fotógrafo português Fernando Guerra, desde a capa, até ao artigo principal da Häuser. Os edifícios da cidade são o grande destaque da revista especialista em arquitetura e design.

O artigo "Ainda melhor do que o vinho" começa por referir que a cidade à margem do Douro acolhe dois vencedores do Prémio Pritzker: Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto Moura.

O jornalista Ansgar Steinhausen considera a centenária Livraria Lello a "catedral dos livros", que contrasta no seu ambiente com o modernismo arquitetónico do edifício da Casa da Música.

Também a Faculdade de Arquitetura, o Museu Serralves, o Coliseu, a Casa de Chá da Boa Nova, as igrejas e as estações do Metro do Porto são alguns dos principais pontos de interesse considerados pela revista alemã.

"O artigo da Häuser dedicado ao Porto resulta de uma viagem de imprensa que teve o apoio da Associação de Turismo do Porto, no âmbito das várias iniciativas que desenvolve ao longo do ano para a promoção externa deste destino", explica a agência de comunicação portuense PR Wave, no mesmo comunicado.

A Häuser dedica-se à arquitetura e ao design, com 45.000 exemplares por publicação distribuídos em toda a Europa. Os seus artigos focam projetos internacionais de excelência através de artigos explicados com profundidade e com o conhecimento extenso na área.



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quinta-feira, agosto 15, 2013

Região Norte bate Lisboa na criação de empresas

Há cada vez mais um maior dinamismo da economia na região acima do Mondego, principalmente nos distritos do Porto e de Braga, onde no primeiro semestre do ano foram constituídas quase 40% do total de empresas criadas no País, avança hoje a edição do Jornal de Negócios, citando dados da gestora Informa D&B.

“Hoje o Norte lidera o nascimento de empresas”. A afirmação é da diretora-geral da Informa D&B, Teresa Menezes, para explicar, ao Jornal de Negócios, que a região acima do Mondego está a bater a de Lisboa no campo da criação de empresas: “O Norte representa já mais de 37% das novas sociedades no primeiro semestre de 2013, enquanto a região de Lisboa (…) registou no primeiro semestre deste ano apenas 31% das constituições”.

Apesar de, em termos de tecido empresarial o Porto e Lisboa estarem similares, a região Norte está a ganhar terreno no que à criação de novas empresas diz respeito, refere a consultora Informa D&B, com base em dados publicados no site do Ministério da Justiça.

Em termos de distritos, Aveiro surge em primeiro lugar, com mais de 25,6% das empresas, e logo de seguida, o Porto, com 23,1%, e Braga, com 20,5%. Estes dois últimos distritos são também os que mais força dão ao sector das indústrias transformadas, com a Invicta a criar na primeira metade do ano 417 empresas, mais 84 que em igual período do ano passado, e Braga 321 (mais 79 do que em 2012).


A juntar a estes factos, avançados hoje pelo Jornal de Negócios, é de salientar também que nos primeiros seis meses do ano, no total, foram constituídas 20.051 novas empresas, mais 17,8% do que até Junho de 2012, o maior número dos últimos cinco anos. Além disso, e pela primeira vez desde 2009, o número de insolvências registou uma queda.

@NM

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terça-feira, agosto 06, 2013

CABO VERDE DEBATE A REGIONALIZAÇÃO

Regionalização: Presidente da República defende que o debate “não pode esperar”

Num discurso feito em São Vicente, aquando das celebrações da Independência Nacional, o presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, apontou que o debate sobre a regionalização “não pode esperar muito mais tempo” e que se deve “inclusivamente” aproveitar a circunstância de “previsivelmente” não haver eleições nos próximos tempos.

Na ocasião, o mais alto Magistrado da Nação cabo-verdiana, reforçou que “o debate franco, sem fantasmas, autenticamente democrático sobre a descentralização e a regionalização deve ter lugar, devendo a ilha de São Vicente, seus responsáveis, instâncias sociais e cidadãos estar na linha da frente”.

Ainda que tenha sido uma cerimónia alusiva ao 38º aniversário da Independência Nacional, boa parte da comunicação do chefe de Estado foi direcionada aos problemas vividos pela ilha, em que afiançou que a busca de modelos de desenvolvimento que permitam o crescimento económico sustentável de São Vicente e oportunidades para a juventude “faz e fará” parte da sua “agenda permanente”.

Ciente das dificuldades por que passam “muitas famílias”, dos “graves problemas” enfrentados pelos jovens e das “grandes limitações” das atividades económicas e suas consequências sociais, Jorge Carlos Fonseca aposta na “criatividade, espírito de iniciativa e sentido de responsabilidade” dos cidadãos e responsáveis mindelense para um “diálogo produtivo” entre os parceiros “com máxima urgência”.

“É necessário que medidas céleres sejam adotadas para minimizar o sofrimento dos mais vulneráveis enquanto as medidas de fundo não dão os frutos desejados”, considerou.


O chefe de Estado mostrou-se ciente de que “os eleitos municipais e nacionais de São Vicente, as diferentes forças políticas, os grupos económicos da ilha e as personalidades desta terra, juntarão esforços para dinamizar e potenciar o máximo possível as características e especificidades desta ilha e traçar caminhos capazes de impulsionar e sustentar a economia desta ilha e desta região do país”.

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sexta-feira, agosto 02, 2013

Centralismo a quanto obrigas...!

Passos Coelho e os 4400 boys

O título não é apenas uma graça. Um estudo feito ontem pelo "Diário de Notícias", e que passou mais despercebido do que merecia, dá conta que este Governo nomeou já 4463 pessoas, seja para gabinetes ministeriais (1027), para grupos de trabalho e comissões (1819) e cargos dirigentes da Função Pública (1617).

Os números, como tudo, podem ter muitas leituras. Mas se compararmos com os dois primeiros anos de Sócrates, estes pedem meças. O ex-líder socialista nomeou, entre 2005 e 2007 (com mais ministérios do que Passos), 1077 pessoas para os gabinetes, portanto mais 50. Mas Sócrates já nomeara menos 63 pessoas do que o seu antecessor Durão Barroso fizera entre 2002 e 2004. Há portanto, aqui uma descida consistente: em 10 anos e depois de uma crise monstruosa, conseguimos reduzir 113 boys nos gabinetes. Isto num universo de milhares. É ridículo!

Em abril de 2005 dissera Passos: "Um membro do governo tem direito a escolher um chefe de gabinete, uma ou duas secretárias de confiança e um ou dois adjuntos. Acabou". Estamos de acordo (ou melhor eu estou de acordo com o que ele dizia). Isso significa que cada ministro teria apenas direito a cinco pessoas, o resto ia buscar aos serviços do seu ministério.

Por isso, contas por alto haverá 900 e tal boys a mais. Façam o favor... E comecem pelos célebres especialistas de 20 anos. Já agora, aposto que há membros da Administração com qualificação para os grupos de trabalho e comissões, assim como para vários cargos de direção da função pública.

Se a isto somarmos a dispensa dos inúmeros consultores e gabinetes de advogados, podemos dizer, sem medo: olha que bela maneira de começar a reforma do Estado.


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